Medicamentos para melhorar a memória

As dúvidas sobre os tipos de medicamentos que podemos tomar, ou o debate entre benefício médico e prejuízo para a saúde, parece não ter fim. A partir deste blog de saúde temos comprovado como um dos muitos avanços da ciência médica estão destinados a novos fármacos para melhorar a memória.

Imagine. Uma pílula para a manhã, enquanto um pequeno-almoço, e já está ativado para o resto do dia. Algo assim como a anfetamina, que foi usado na II Guerra Mundial para manter despertos para os combatentes.
Mas não é tão fácil como parece. As dúvidas surgem na hora de saber se, realmente, estes novos medicamentos que estão em desenvolvimento podem ser usados como reforço da cognição. Em teoria, os medicamentos que ajudem a potencializar a memória serão benéficos para os pacientes com doenças como o mal de Alzheimer. Mas claro, parece que, cientificamente falando, ainda não existem medicamentos para a memória que sejam realmente seguros.
Hoje em dia são utilizados medicamentos como Ritalina ou Adderall, que são um estimulante para o transtorno de hiperatividade ou déficit de atenção. Isso significa mais desempenho cognitivo.
Mas, acima de tudo, a dúvida que se coloca gira em torno de saber se os medicamentos para melhorar a memória são suficientemente seguros para a saúde como para levá-los ao igual que nos tomamos uma xícara de café. A este respeito há que asseguram que há medicamentos em circulação que podem ser usados sem medo para recarregar o cérebro. Algo assim como nos colocar as pilhas nada mais se levantar.

A este passo, chegaremos a ter umas pastilhas para ligar e outro para desligar, semelhantes ao de soma, que tomam o livro de A. Huxley, “Um mundo feliz”. Neste livro que conta como será o futuro, uma única pastilha é suficiente para desligar quando não estamos à vontade.